quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Carnaval 2013
Confesso que não gosto especialmente do Carnaval, ainda assim aprecio os caretos e os cabeçudos, só não entendo a tara de tantos homens que nesta época se fantasiam de mulher. Enfim gostos não se discutem.
Culinária
Panquecas de iogurte
Vai precisar de:
2 chávenas de chá de leite
3 chávenas de chá de farinha com fermento
4 ovos inteiros
6 colheres de sopa de óleo
2 iogurtes naturais
1 pitada de sal
4 colheres de sopa de açúcar
Faz assim:
Junta todos os ingredientes e bate bem com a batedeira. Se gostar das panquecas mais finas é só acrescentar mais leite. Deixe a massa descansar alguns minutos.
Leve a fritar de ambos os lados, pequenas porções numa frigideira. Sirva ainda quentes e acompanhadas com natas, chocolate derretido, compotas, manteiga ou o tradicional Syrup que encontra á venda na loja Liberty American Store, em Lisboa e no Porto no centro comercial Via Catarina.
Almeida Garrett (Porto, 1799-1854)
As minhas asas
Eu tinha umas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Que, em me eu cansando da terra,
Batia-as, voava ao céu.
- Eram brancas, brancas, brancas,
Como as do anjo que mas deu:
Eu inocente com elas,
Por isso voava ao céu.
Veio a cobiça da terra,
Vinha para me tentar;
Por seus montes de tesouros
Minhas asas não quis dar.
Veio a ambição, coas grandezas,
Vinham para mas cortar,
Davam-me poder e glória;
Por nenhum preço as quis dar.
Porque as minhas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Em me eu cansando da terra
Batia-as, voava ao céu.
Mas uma noite sem lua
Que eu contemplava as estrelas,
E já suspenso da terra,
Ia voar para elas,
- Deixei descair os olhos
Do céu alto e das estrelas...
Vi, entre a névoa da terra,
Outra luz mais bela que elas.
E as minhas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Para a terra me pesavam,
Já não se erguiam ao céu.
Cegou-me essa luz funesta
De enfeitiçados amores...
Fatal amor, negra hora
Foi aquela hora de dores!
- Tudo perdi nessa hora
Que provei dos meus amores
O doce fel do deleite,
O acre prazer das dores.
E as minhas asas brancas,
Asas que um anjo me deu,
Pena a pena, me caíram...
Nunca mais voei ao céu.
Para pensar
Nenhuma pessoa merece as tuas lágrimas, e quem as merece, não te fará chorar.
Gabriel Garcia Márquez
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